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terça-feira, 2 de outubro de 2012

Os vícios do "vício" 12

O Pão de Deus da "Padaria Portuguesa" é o mais próximo que esta ateia consegue chegar a uma experiência religiosa. Eu sempre disse que a única coisa que me agradava na vida monástica era a doçaria conventual...

4 comentários:

  1. O meu pai nasceu nas margens do Mondego. Já tive vários encontros com os famosos pastéis ;)

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  2. doçaria conventual também e uma perdição minha.

    gosto muito de pão de deus, simples.

    mas Violeta, atrev-me a dizer que não são melhores que os que sao feitos (bem como restantes bolos) na padaria do meu pai, no alentejo. os ingredientes são 100% naturais, ou seja, não levam os chamados melhorantes e é tudo cozido em forno de lenha.
    exemplo: qualquer creme de ovo ou pasteleiro que comas na pastelaria da grande cidade vem em baldes (acredita pq eu prrprio tive uma pastelaria), na pastelaria/padaria do meu pai, o doce de ovo/pasteleiro é feito mesmo com ovos e feito em panela de cobre, ao lume.
    Mas a perdição é a queijada, feita com requeijão fresco de évora, entregue diariamente pelo produtor.

    nã ome ofereço para te oferecer um cabaz, pra não pensares que tou a rranjar uma desculpa pra me "meter" contigo.
    pra não chatear mais: não quero com isto dizer que os pães de deus não sabem bem :)
    beijinhos

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  3. Não duvido que sejam maravilhosos e a tua sorte é que este ano não estou colocada em Almada, caso contrário exigia uma cabaz conventual para o Natal! ;)

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