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quarta-feira, 27 de junho de 2012

Sobre o duelo ibérico

Eu até gosto de Espanha, que gosto. Adoro perder-me no bairro de Santa Cruz em Sevilha, passar o dia no Museu do Prado em Madrid e beber um café solo na Plazza Mayor, deambular pelo Bairro Gótico de Barcelona, beber uma cidra em Oviedo, colocar o capacete nas escavações arqueológicas de Atapuerca em Burgos e pensar em Isabel, a Católica, no Alcazar de Segóvia. Espanha faz parte da nossa História e contribuiu muito para a criação do Estado-nação que Portugal é. No quotidiano não tenho grande embirração com Espanha, apesar de a ela me referir muitas vezes em contextos históricos diversificados.
Mas, coloquem-nos a jogar com Espanha e toda eu sou Padeira de Aljubarrota, D. Nuno Álvares Pereira, D. António, Prior do Crato, D. Filipa de Vilhena, os conjurados de 1640 todos juntos! Os sentimentos atávicos contra Espanha vêm logo à superfície. Por isso, hoje só há um resultado possível.

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