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domingo, 14 de agosto de 2011

Dia 6 - Em Paris quando Deus fecha uma porta abre logo duas janelas

O sexto dia em Paris estava destinado para o regresso ao Louvre, mas não é que estava fechado? Pensei que fechava à segunda, afinal é à terça. Mas a pensar costumam morrer uns animais que ainda existem na serra algarvia...
A solução foi descer aos Invalides e dirigir-me ao Museu Rodin. Não me arrependi desta decisão, trata-se de uma verdadeira pérola, como o seu museu intimista e jardim retemperador.

Destaco as seguintes obras, mundialmente conhecidas, de Rodin:

O Beijo

Os Burgueses de Calais

O Pensador

As Três Sombras

Assim como as magníficas esculturas de Camille Claudel,  também presentes no museu:

A Maturidade

A Onda

O Abandono

A Valsa

Na parte da tarde dirigi-me ao Memorial da Shoah, para uma autêntica descida ao inferno do nazismo e do holocausto, essencial, no entanto,  para continuar a lutar contra todas as formas de racismo e de intolerância. Trata-se do maior centro europeu de informação sobre a Shoah.

O Muro dos Nomes - Com os nomes dos judeus franceses mortos nos campos de concentração.

A Cripta - Terra de Israel com cinzas recolhidas em campos de concentração.

Shoah Memorial (Interior view)
Sala dos Ficheiros - Documentação sobre a Shoah em França.

Sala das Crianças - Fotografias de crianças exterminadas nos campos de concentração, muitas provenientes da rusga de Vel D´Hiv.

Alameda dos Justos - Com nomes de franceses que auxiliaram as vítimas do nazismo.
A luz no fundo do túnel...

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